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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Fundarpe encena a peça “Teatro do Horror” para toda imprensa do FIG 2019

Por Altamir Pinheiro

A imprensa de Garanhuns está  imersa, mergulhada ou  completamente confinada no curral do tempo e do espaço no que diz respeito a sua locomoção nos camarotes do FIG 2019. Os  jornalistas, executivos de mídia,  formadores de opinião e as mídias sociais, devemos praticar um sincero voto de repúdio a FUNDARPE.  Precisamos repensar as nossas coberturas e a nossa capacidade de tratar essas instituições que não têm o mínimo respeito por Garanhuns e, sequer, sua grade de atrações é informada na cidade onde realizar-se-á o dito festival, mas na capital do estado fazendo com que a imprensa se desloque até lá para satisfazer os caprichos dos (ir)responsáveis pelo evento.

A questão que se aborda aqui nesse espaço, não está mais na limitação ditatorial do que é pensado, mas, no seu extremo, aos abusos porque a liberdade de locomoção vai passar e quais os caminhos a serem trilhados a partir do FIG 2020. Se algo existe de absolutamente opressor é o  fato abusivo do Festival de Garanhuns, este ano, impor  o confinamento de toda imprensa.   Ao nosso ver, esse algo é o padrão de intensa delinquência dos compartimentos nos camarotes para o profissional se deslocar de um lugar para outro.  Isso não significa que todos os seus membros que promovem o festival sejam conivente com essa regra ditatorial em tolher o  trabalho dos profissionais de imprensa.  Mas uma grande parcela, sim.

Tudo o que acaba de ser narrado  está impregnado no ambiente FUNDARPEANO de incivilidade, ausência de  compreensão, carência de respeito profissional, delinquência (organizada) e desapego absoluto ao  valoroso trabalho prestado por toda imprensa de Garanhuns que NÃO cobra, sequer,  um dólar furado  às entidades governamentais. A FUNDARPE deveria saber que, a função do pessoal da imprensa com total liberdade de perambular pelos camarotes é fundamental para se sentir o cheiro da notícia. Persegui-la. Buscar  fontes noticiosas e encaixar as falas de um enorme quantidade dos presentes no festival  para apresentá-los o mais completo possível aos seus respectivos leitores, ouvintes ou telespectadores. Dentre as competências necessárias para exercer um bom jornalismo está a total liberdade de locomoção desses profissionais. Afinal, não dá para fingir que somos surdos quando ouvimos, não dá para fechar os olhos quando vemos, não dá para calar quando sentimos...

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