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terça-feira, 27 de setembro de 2022

Pesquisa da CNM revela que 65,2% dos Municípios enfrentam falta medicamentos básicos nas farmácias

AMUPE - A falta medicamentos foi registrada nas farmácias básicas de 65,2% dos Municípios. É o que revela a 2ª edição do levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) sobre o tema. A pesquisa foi aplicada no período de 1º a 29 de agosto, quando foram ouvidos 3.178 Municípios, que representam 57,1% dos Entes. Entre os medicamentos, há falta de antibióticos do componente básico em 89,4% dos Municípios respondentes e medicamentos para transtornos respiratórios do componente básico em 55,2%.


Outros itens como medicamentos para o sistema nervoso do componente básico 41,9%; Medicamentos para o sistema nervoso do componente especializado 41,7%; anti-hipertensivos do componente básico 40,5%; medicamentos para controle da diabetes do componente básico 33,4%; e 23,7% dos Municípios responderam que ainda faltam outros medicamentos.


Em relação ao prazo para normalização dos estoques de medicamentos do componente básico, 57% das gestões indicaram que não há prazo para normalização, e 27% informaram que a normalização dos produtos deve ocorrer entre 30 e 60 dias; já 14,5% dos Municípios informaram que não há desabastecimento.


Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, este é um problema crônico. “É claro que não podemos negar que ainda podemos sentir os efeitos da pandemia e da guerra na Ucrânia, mas não podemos justificar a omissão da área pública para resolver esse que é um problema gravíssimo e já se tornou crônico”, afirmou.

AMUPE



Bolsonaro corta 60% dos recursos para a Farmacia Pular

BRASIL247 - O corte de 60% de recursos no Orçamento de 2023 para a gratuidade de medicamentos da Farmácia Popular diminuirá o acesso da população a 13 tipos diferentes de princípios ativos de remédios usados no tratamento da diabetes, hipertensão e asma. O dinheiro para medicamentos gratuitos caiu de R$ 2,04 bilhões no orçamento de 2022 para R$ 804 milhões no projeto de 2023 enviado ao Congresso no final de agosto, o que representou R$ 1,2 bilhão a menos.


Seis dos remédios que estarão menos disponíveis para a população são para o controle da hipertensão: Atenolol, Captopril, Cloridrato de Propranolol, Losartana Potássica, Hidroclorotiazida e Maleato de Enalapril. Os princípios ativos são moléculas de uma substância que possuem efeito terapêutico. A informação foi divulgada pela ProGenéricos, associação que reúne os principais laboratórios que atuam na produção e comercialização no País.


O dinheiro para medicamentos gratuitos caiu de R$ 2,04 bilhões no orçamento de 2022 para R$ 804 milhões no projeto de 2023 enviado ao Congresso no final de agosto, o que representou R$ 1,2 bilhão a menos. As informações foram publicadas nesta terça-feira (13) pelo jornal O Estado de S.Paulo.

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